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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Galileu Galilei

                  Em 1906, um es-estudante de medicina  nascido na cidade italiana de Pisa iniciaria  ,com o auxílio de um aparelho construído por ele,uma série  de observações  astronômicas  que ajudaria a moldar uma nova imagem do mundo.Seus resultados eram mais do que originais.Eram sem precedentes.Transformariam os con-cepção  aristotélica do cosmo,baseada na beleza dos corpos celestes e na imutabilidade dos céus.Em longo prazo ,suas ideias sustentadas  pela matemática ,por medidas e por uma retórica afiada ergueram uma visão de mundo na qual  se buscavam leis para os fenômenos naturais.
                  A  ciência moderna  começava a se consolidar

                                                                               
 

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Buraco -Negro

               Um buraco-negro é formado pela explosão de uma super nova que acontece assim um buraco negro se forma dentro de uma estrela e para se libertar tenta a engolir ,ele a engoli em milésimos de segundos tão rápido a estrela que se engasga expelindo uma energia que destroi a estrela , e ocorre uma explosão que é chamado de explosão de raios gama.
                 Um buraco negro é como um filme de terros  quando você entra não sai .
                   

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Foguete de plasma pode encurtar viagens no espaço

Se os experimentos derem certo, o projeto VASIMR, que usa energia elétrica em vez de química, poderá transportar astronautas a Marte em um mês e meio

  Divulgação   
Uma viagem até Marte, com os foguetes químicos convencionais, levaria cerca de seis a nove meses para acontecer. Com o objetivo de encurtar essa jornada, um novo sistema, movido à energia elétrica gerada por plasma, está sendo desenvolvido e poderá um dia transportar astronautas ao planeta vermelho em 39 a 45 dias. O novo foguete recebeu o nome de Variable Specific Impulse Magnetoplasma Rocket, ou VASIMR, e usa ondas de rádio para aquecer gases, como o hidrogênio, até que cheguem ao estado de plasma. Os campos magnéticos criados pelo sistema forçam a saída deste plasma aquecido para fora do foguete, produzindo o empuxo que move o foguete. Esta operação pode chegar a temperaturas até 20 vezes mais altas que a do Sol.

O responsável pela proeza é o físico Franklin Chang-Diaz. Ele saiu da Nasa em 2005, criou a Ad Astra Rocket Co., e passou a trabalhar em tempo integral no desenvolvimento do foguete. A empresa arrecadou milhões de dólares de investidores privados e, no ano passado, conseguiu operar com sucesso uma demonstração do VASIMR, em potência máxima, em uma câmara de vácuo. 

Além de ser mais cômodo e de possibilitar novas descobertas com mais rapidez, o menor tempo de viagem reduziria a exposição dos astronautas à radiação cósmica e solar. Chang-Diaz e a Ad Astra planejam lançar a versão do VASIMR para vôo espacial em 2014. O foguete está, ainda, entre as várias propostas a serem avaliadas pela Nasa. Sendo selecionado, ele poderá voar em algum lugar do espaço por volta de 2017.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Sonda japonesa traz à Terra amostras de asteróide

          Nave é a primeira a retornar do espaço com esse tipo de fragmentos

 

   

          Depois de permanecer no espaço durante sete anos, a sonda espacial japonesa Hayabusa pousou neste domingo na Austrália trazendo amostras de um asteróide. É a primeira vez que uma nave retorna à Terra com amostras do tipo. É um passo em direção à compreensão da origem e da evolução do Sistema Solar.

        A Hayabusa foi lançada ao espaço a bordo de um veículo espacial em 2003 e chegou ao asteróide em 2005, depois de viajar 2 bilhões de quilômetros. Antes de ela pousar, uma équipe formada por cientistas da JAXA (Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial) e da NASA (Administração Nacional do Espaço e da Aeronáutica) partiram a bordo de uma nave-laboratório, levando instrumentos para os preparativos finais do retorno da sonda.
          O objetivo da equipe foi também observar a entrada da Hayabusa na atmosfera. Ela foi arremessada em direção a Terra em uma velocidade imensa, 12,2 km por segundo, muito maior do que a de um ônibus espacial comum. “A cápsula que protege a amostra do asteróide estará apenas 2 km à frente do resto da nave, que se quebrará em inúmeras peças, basicamente como um meteoro feito pelo homem”, disse Peter Jenniskens